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sexta-feira, 7 de maio de 2010

TEMPESTADE SOLAR EM 2012


O núcleo do sol ocorrem constantes reações que liberam prótons e elétrons dispersos que são atraídos por outros campos magnéticos e os acumulam, pois essas regiões possuem uma espécie de capa fria e escura formada por partículas não renovadas que as envolve.

O grande acúmulo de prótons e elétrons ao pressionar essa capa consegue abri-la originando a tempestade solar. A tempestade então é a liberação de todas as partículas acumuladas magnetizadas e superaquecidas por meio de uma grande explosão.




Esse ciclo de liberação e acúmulo de partículas ocorre por 11 anos sendo que ao completar esse período a tempestade é lançada no sistema solar e pode trazer danos ao planeta como tirar os satélites de sua órbita, bloquear comunicações, prejudicar astronautas em órbita, danificar serviços GPS, de celular e redes elétricas. A tempestade solar também pode produzir auroras no céu fora dos locais em que normalmente ocorrem.

Entre o final de agosto e os primeiros dias de setembro de 1859, grandes auroras boreais puderam ser vistas no céu de vários pontos do planeta. O belo espetáculo de luzes esverdeadas foi documentado nos EUA, em partes da Europa, Japão, Austrália e até mesmo no México (!). E o telégrafo deixou de funcionar em vários desses lugares.
Em março de 1989, uma tempestade solar intensa afetou os canadenses da região de Quebec. A rede elétrica foi a pico e entrou em colapso. O blecaute durou nove horas e deixou sem energia mais de 6 milhões de pessoas.
O fato é que várias tentativas de prever com exatidão as tempestades solares falharam. Mas há um indício inegável: as manchas solares desaparecem da superfície do Sol alguns anos antes do acontecimento: é a tal calmaria antes da tempestade. E isso aconteceu em 2006. Mausumi Dikpati, do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR), prevê uma tempestade ainda maior do que a de 1989 (só perderá pra de 1859). E a data, segundo ele, é 2012.

EFEITOS

O primeiro equipmento a ser afetado será o sistema de GPS. Atravessar o Oceano Atlântico de veleiro, nessa época, não será uma boa idéia. Principalmente no hemisfério norte, é bem possível que a rede elétrica pare de funcionar aqui e ali. Esta será a primeira tempestade solar intensa que viveremos em plena era da internet, das redes sem fio WiFi, do GPS de uso vasto. Somos totalmente eletrônicos, digitais. Mas, diferentemente da tecnologia do século 15, a do século 21 é susceptível aos humores da estrela mais próxima. HDs vão deixar de funcionar de uma hora para a outra sem que seus donos compreendam o motivo.

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