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terça-feira, 23 de novembro de 2010

EVOLUÇÃO ESTELAR

Evolução estelar é o segmento das constantes transformações  que uma estrela sofre no decorrer de sua vida. Estas transformações acontecem de forma bastante vagarosa, já que as estrelas possuem um grande período de vida que chega a milhões de anos e por isso são estudadas de forma particular e diferente. O estudo se baseia no comportamento de diversas estrelas em diferentes idades.
Uma estrela nasce quando uma nuvem escura se condensa entre um determinado ponto de maior densidade. Com o passar dos anos, o ponto de maior densidade começa a esquentar atingindo tamanho e brilho superiores ao Sol e calor suficiente para reações termonucleares. Não possuem características definidas podendo ter tamanhos e cores diferentes, além do brilho que é definido pela temperatura superficial de cada estrela.
Uma vez formada, a estrela precisa obedecer ao equilíbrio térmico entre seu interior e o meio externo e o equilíbrio hidrostático, que é a compensação entre a pressão e a gravidade para manter sua vida. Estes são mantidos até que o hidrogênio presente em seu núcleo começa a se esgotar provocando o fim da fusão nuclear. Este esgotamento do hidrogênio pode demorar vários anos como pode ser rápido, dependendo somente do tamanho da massa estelar que, quanto maior for menor será a duração do hidrogênio.
Ao findar o hidrogênio, a estrela passa a utilizar o hélio para sua necessária combustão. Este necessita de mais calor que o hidrogênio para a queima, o que faz com que a temperatura do interior da estrela aumente. Com o núcleo muito quente, a estrela conseqüentemente terá suas camadas expandidas, sua luminosidade alterada, sua superfície resfriada e sua cor serão mais avermelhadas. A estrela torna-se um gigante vermelho que de acordo com sua massa pode tornar-se uma anã branca, uma estrela de nêutrons ou um buraco negro fechando assim seu ciclo de vida.
(Fonte: Brasil Escola)

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